De volta pro batente!
Nossa, galera, pra quem estava em uma vida de completo marasmo na semana passada, eu agora estou totalmente de volta à ativa!!!! Trabalhando bastante, ganhando novos alunos, retomando as providências da minha viagem... E eu adoro isso. O ano de 2005 começou muito, muito bem! Eu também gosto de ficar em casa, de dormir até tarde, de ficar na internet até de madrugada, mas essa sensação de mulher cosmopolita nessa São Paulo da garoa, de ser extremamente eficiente, competente e necessária é maravilhosa! A vida é sempre assim, uma alternância... não dá pra sentir o gostinho bom de ficar em casa se você nunca sai, e também não dá para curtir o trabalho se você não pára de trabalhar.
Enfim, eu não tenho rotina, meus dias vão passando entre aulas na Paulista, outras em Pinheiros, encontros com amigos e amigas aqui e acolá, muitos lugares diferentes, muitas risadas e muita leitura no ônibus. A minha vida é muito agitada, não é à toa que tem gente querendo trocar comigo! Ultimamente estou assim: "No ar que eu respiro, eu sinto prazer... de ser quem eu sou, de estar onde estou, agora só falta
..."
Estou feliz! Tenho lido muito meu livro Conversando com Deus, hoje eu quero deixar aqui esses pensamentos sobre o amor e o medo, que eu acho muito profundos e relevantes. Leiam com carinho:
"Todos os atos realizados pelos seres humanos se baseiam no amor ou no medo. O medo é a energia que restringe, paralisa, retrai, leva-os a fugir e esconder-se, e fere. O amor é a energia que expande, move, revela, leva-os a ficar e partilhar, e cura. O medo cobre os seus corpos de roupas, o amor lhes permite ficar nus. O medo os faz segurar tudo o que têm, o amor dá tudo aos outros. O medo sufoca, o amor mostra afeição. O medo oprime, o amor liberta. O medo irrita, o amor acalma. O medo critica, o amor regenera. Quando escolhemos a ação que o amor justifica, fazemos mais do que sobreviver, vencer e ser bem-sucedidos. Experimentamos a glória suprema de Quem Realmente Somos, e quem podemos ser."
Conversando com Deus, Neale Donald Walsch
Cultivemos a sabedoria de agir sempre justificados pelo amor, e nunca pelo medo. ![]()
Drummond nunca é demais
"Pois namorar é destino dos humanos,
destino que regula
nossa dor, nossa doação, nosso inferno
gozoso.
E quem vive, atenção:
cumpra
sua obrigação de namorar,
sob pena de viver apenas na aparência.
De ser
o seu cadáver itinerante.
De não ser. De estar, e nem
estar."
Carlos Drummond de Andrade, Aos Namorados do
Brasil
Já publiquei esse poema uma vez... ele mata a pau. Perfeito. Pertinente. Maravilhoso. Botei só esse trecho porque é o que mais está me tocando no momento... meu inferno gozoso, multiplamente e implacavelmente! Quem quiser ler todo (e vale a pena..), clica aqui.
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